
A Copa do Mundo da FIFA 2026 se aproxima rapidamente e as expectativas para ver a Seleção Brasileira em campo podem não ser tão boas, assim como era em 1994 e 2002. Mas a N Sports já está a todo vapor na preparação para sua estreia na transmissão do maior evento esportivo do planeta. Como parte do aquecimento especial para o evento, nada melhor para animar a jornada do que falar com quem sabe do assunto e, sobretudo, se consagrou ao levantar a cobiçada taça. E ninguém melhor do que Galvão Bueno, narrador do tetra e do penta, para conduzir essa série de entrevistas para encontrar o caminho do hexa. Galvão também vai ser o narrador oficial na parceria entre N Sports e SBT na Copa de 2026.
Os canais lineares de Fast TV e TV por assinatura e o YouTube da N Sports trazem nesta terça-feira (14) o quarto episódio do “Campeão do Mundo com Galvão”, um programa especial em que o narrador de tantas edições de Copa do Mundo conversa com convidados que têm propriedade para falar sobre o que é ser campeão e mostrar o quão desafiador é repetir esse feito. A atração também é exibida em versão mais curta dentro do programa Galvão FC, transmitido pelo SBT e pela N Sports, que são parceiras na cobertura oficial da Copa do Mundo.
O convidado da vez é Ricardo Rocha, xerife da zaga da Copa de 1994, que jogou pela Seleção brasileira também em 1990 e foi uma engrenagem da conquista do tetracampeonato. Na primeira vez que o Mundial ocorreu nos Estados Unidos, o ex-zagueiro se lesionou logo no primeiro jogo contra a Rússia e, involuntariamente, se tornou uma das peças que precisou ser alterada ao longo da jornada de sete jogos para ser campeão.
“Não tem uma fórmula certa para ser campeão, cada Seleção tem suas histórias. A nossa vem muito da união do grupo, porque viemos perdendo a Copa de 90 para ganhar em 94. Era um grupo unido e sabendo o que queria. Mas, normalmente, quem ganha a Copa não termina com o mesmo time que inicia. É preciso ter espírito de vencedor. Zagallo, com sua contagem regressiva, levava esse espírito e a força, até para esquecer o que já tinha passado. Além disso, é preciso cuidado aos detalhes e coragem de mudar”, refletiu Ricardo Rocha, lembrando de sua lesão, que foi uma alteração por necessidade, e das mudanças no meio campo para formar um ferrolho defensivo, como opção tática.
No terceiro episódio ao lado de Galvão Bueno, Ricardo Rocha também relembrou que a história de entrar em campo com as mãos dadas surgiu ainda em um jogo em Recife, sua terra natal, e de como uma música que só ele conhecia de Luiz Gonzaga ajudava a levantar o humor do time todos os dias que iam para os treinamentos às 7h da manhã. É o episódio com as histórias mais engraçadas e emocionantes da série até esse momento. Tem o relato da Seleção parando no aeroporto de Recife escoltado por caças brasileiros e o ex-zagueiro queimando a boca ao beijar o chão quente de Pernambuco.
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