Galvão Bueno recebe Rivelino no sexto episódio de ‘Campeão do Mundo’ na N Sports e fala sobre Seleção Brasileira



Foto: Divulgação

A Copa do Mundo da FIFA 2026 se aproxima rapidamente e a contagem regressiva para saber os convocados da Seleção Brasileira já está em seu mês final. A N Sports está a todo vapor na preparação para sua estreia na transmissão do maior evento esportivo do planeta. Como parte do aquecimento especial para o campeonato, nada melhor para animar a jornada do que falar com quem sabe do assunto e, sobretudo, se consagrou ao levantar a cobiçada taça. E ninguém melhor do que Galvão Bueno, narrador do Tetra e do Penta, para conduzir essa série de entrevistas e encontrar o caminho do Hexa. Galvão também vai ser o narrador oficial na parceria entre N Sports e SBT na Copa de 2026.

Os canais lineares de Fast TV e TV por assinatura e o YouTube da N Sports trouxeram nesta terça-feira (28) o sexto episódio do “Campeão do Mundo com Galvão”, programa especial em que o narrador de tantas edições de Copa do Mundo conversa com convidados que têm propriedade para falar sobre o que é ser campeão e mostrar o quão desafiador é repetir esse feito. A atração também foi exibida em versão mais curta dentro do programa Galvão FC, transmitido pelo SBT e pela N Sports, que são parceiras na cobertura oficial da Copa do Mundo.

O convidado da vez é Roberto Rivelino, o “patada atômica”, tricampeão na Copa de 1970, um dos remanescentes da maior Seleção de todos os tempos, jogando ao lado de Pelé e que teve a oportunidade de enfrentar a Laranja Mecânica de 74, antes de se aposentar em 78 com um terceiro lugar. Riva é tão especial para o futebol brasileiro, que Galvão dedicou dois episódios ao craque que jogava no meio-campo e na ponta esquerda com a mesma maestria.

Se no primeiro episódio, o ex-atleta relembrou histórias do tricampeonato e comentou das possibilidades de Neymar ir para a Copa, nesta segunda parte da conversa, se mostrou preocupado com a falta de jogadores de qualidade garantidos há menos de um mês da convocação de Carlos Ancelotti.

“Chegando desacreditado, tem possibilidades de dar certo. Se acontecer como nas outras Copas, é o futebol brasileiro. Não estou falando que o time está descartado, mas está difícil. A preocupação é por estarmos muito perto de uma Copa. Lá atrás, tinha 30 ou 40 convocados e tinha mais 20 que poderia convocar. Hoje, infelizmente, não tem 24 para convocar. Ainda não sabemos quem vai. A única coisa que discordo é convocar jogadores de confiança, mas que nem jogando estão. Tenho que convocar os melhores, o momento é hoje”, refletiu Rivelino, questionando escolhas como o lateral direito do Flamengo, Danilo.

No sexto episódio ao lado de Galvão Bueno, Riva falou da emoção que sente quando relembra que é o ídolo de Maradona e da emoção de conviver com Pelé na maior Seleção de todos os tempos. Além disso, relembrou as campanhas das Copas de 74 e 78 e de ter atuado pelo Corinthians e Fluminense.

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