A maioria dos norte-americanos prefere escolher seus próprios canais de TV paga do que assinar pacotes que incluem dezenas ou centenas de emissoras, apurou uma pesquisa feita pela Reuters/Ipsos. O levantamento mostra que 77% dos adultos norte-americanos preferem preços "à la carte", que permitiriam que consumidores escolhessem seus próprios canais. Apenas 23% disseram preferir os pacotes.
Companhias de mídia e distribuidores que fornecem serviços de satélite, banda larga e cabo estão tendo dificuldades para encontrar maneiras de manter assinantes e atrair os mais jovens, que veem menor necessidade de assinatura de TV a cabo e assistem a programas em computadores e aparelhos móveis.
A Verizon testou oferecer serviços mais customizados no mês passado, ao lançar um plano com 36 canais fixos e a chance de adicionar pacotes menores de esportes, crianças ou notícias. Isso foi visto como um passo rumo ao "a la carte". A Twenty-First Century Fox e a NBC Universal, da Comcast, disseram que a oferta viola o termos dos contratos que permitem à Verizon carregar sua programação. A ESPN, da Walt Disney, tomou a mesma atitude e lançou um processo contra a Verizon, alegando que o distribuidor rompeu os termos do acordo.
No Brasil, o tema também já foi e segue sendo discutido. Em julho do ano passado, ao ser indagado pelo portal Convergência Digital, sobre quando o consumidor brasileiro teria acesso a um pacote - pagando apenas pelos canais que efetivamente assiste - o presidente da ABTA, Oscar Vicente Simões de Oliveira, foi sincero. "Não sabemos. A flexibilização começa a acontecer. Mas essa é uma demanda mundial ainda sem resposta. A restrição tecnológica está sendo superada, mas há os custos de programação, de produção", completou. Fato é que a TV paga passa por um momento de transformação. No Brasil, o momento também é de queda nas adições, como comprova os números da Anatel. Rivalizam com a TV paga, os OTTs e a própria TV digital aberta, com a melhoria da imagem dos canais tradicionais.
Companhias de mídia e distribuidores que fornecem serviços de satélite, banda larga e cabo estão tendo dificuldades para encontrar maneiras de manter assinantes e atrair os mais jovens, que veem menor necessidade de assinatura de TV a cabo e assistem a programas em computadores e aparelhos móveis.
A Verizon testou oferecer serviços mais customizados no mês passado, ao lançar um plano com 36 canais fixos e a chance de adicionar pacotes menores de esportes, crianças ou notícias. Isso foi visto como um passo rumo ao "a la carte". A Twenty-First Century Fox e a NBC Universal, da Comcast, disseram que a oferta viola o termos dos contratos que permitem à Verizon carregar sua programação. A ESPN, da Walt Disney, tomou a mesma atitude e lançou um processo contra a Verizon, alegando que o distribuidor rompeu os termos do acordo.
No Brasil, o tema também já foi e segue sendo discutido. Em julho do ano passado, ao ser indagado pelo portal Convergência Digital, sobre quando o consumidor brasileiro teria acesso a um pacote - pagando apenas pelos canais que efetivamente assiste - o presidente da ABTA, Oscar Vicente Simões de Oliveira, foi sincero. "Não sabemos. A flexibilização começa a acontecer. Mas essa é uma demanda mundial ainda sem resposta. A restrição tecnológica está sendo superada, mas há os custos de programação, de produção", completou. Fato é que a TV paga passa por um momento de transformação. No Brasil, o momento também é de queda nas adições, como comprova os números da Anatel. Rivalizam com a TV paga, os OTTs e a própria TV digital aberta, com a melhoria da imagem dos canais tradicionais.
*Com informações da Agência Reuters
Postar um comentário
Deixe seu comentário