Cleber Machado é o convidado do CNN Esportes S/A deste domingo (21)


Foto: Divulgação/CNN Brasil

Um dos maiores narradores esportivos do Brasil, Cleber Machado é o convidado do próximo episódio do CNN Esportes S/A deste domingo (21). Fazendo uma ampla análise sobre o momento do futebol e os bastidores da comunicação esportiva. Durante a conversa, Cleber afastou qualquer boato sobre uma possível rivalidade com Galvão Bueno ao longo das décadas de convivência na televisão. “O Galvão sempre foi muito correto e respeitoso”, afirma.

Ao avaliar o cenário da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, Cléber Machado foi realista e aponta a equipe na “segunda prateleira” entre as favoritas, fazendo um paralelo histórico para explicar o momento. “Nós não temos uma geração que seja incontestavelmente melhor do que gerações de vários outros países. Hoje, a gente olha para seleção de 94 de um jeito muito diferente do que olhávamos em 94. A de 2006 era muito melhor e perdeu a Copa, porque, segundo o Parreira, chegou lá sem fome”, analisa.

Segundo ele, esse cenário de equilíbrio faz com que a margem de erro no torneio seja mínima, onde “a possibilidade de ganhar ou de sair nas oitavas de final, seja uma distância pequena”.

O futuro da principal estrela do futebol brasileiro na última década foi pauta na entrevista. Questionado sobre a possibilidade de esta ser a última Copa de Neymar, Cleber Machado comparou o caso do camisa 10 com estrelas de outras seleções, destacando o tom de incerteza sobre o futuro de Neymar. “No caso do Cristiano e do Messi, acho que eles vão jogar até quando eles quiserem. No caso do Neymar, que está em sua quarta Copa do Mundo, que também é um número expressivíssimo, eu acho que ainda é um mistério”, pondera.

Cleber Machado abordou também as recentes transformações no mercado da comunicação, especialmente com a chegada dos novos formatos de transmissão e interatividade com o público. Sendo uma referência no setor há décadas, o narrador confessou ter algumas ressalvas sobre os modelos que tentam reinventar excessivamente a narração tradicional. “Eu ainda sou meio pé atrás com essa história do jeito diferente de transmitir”, conclui.

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